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Blog de giovanachichito
 


Acho que quanto mais o tempo passa mais duvidas surgem em vez de respostas para as minhas inquietacoes. Sera que essa viagem tem algum proposito concreto? Sera que eu acabei entrando num labirinto e me esqueci de medir as consequencias,  sera que quando eu fui ver ja tinha embarcado e estava a metros e metros do chao e quando dei por mim ja nao tinha mais volta? Por outro lado acho que estou viendo uma experiencia boa, conhecendo novas coisas, novos lugares, trabalhando com algo totalmente diferente de tudo o que eu ja fiz antes, me despindo de preconceitos em relacao a muitas coisas, situacoes, lugares, pessoas, generos, racas, etc, etc. As vezes eu quero fincar as minhas raizes, encontrar um trabalho que me realize em todos os estagios possiveis, financeiro, emocional, intelectual. As vezes acho que eu nao sou muito boa nem inteligente o suficiente e que as pessoas nunca vao me reconhecer porque, a final de contas, eu nao sou la essas brastemps. Mas sera que o reconhecimento nao deve partir primeiro de voce para que os outros tambem o percebam? Ai, o tempo passa. E rapido. As vezes quero correr o mundo ver tudo o que puder ver, conversar, debater. As vezes quero me enfiar num buraco onde ninguem consiga me achar, nao ter que falar, muito menos ser simpatica nem sorridente. As pessoas riem do que elas nem acham engracado, soh para sentir que pertencem a alguma coisa, a algum grupo. As vezes eu fico de saco cheio disso tudo. Sera que jogar tudo pro alto eh tao estranho assim aos 24 anos? Sera que as outras pessoas ja tem tudo esquematizado na cabeca e sou soh eu que ainda tenho tantas porcas sem parafuso?  Isso me causa um sentimento bem ruim dentro de mim, mas eu acho que nao estou sozinha nesse meu mundo complexo. Se nao nao haveria tanto louco, tanto indeciso, tanto poeta, tanto artista. Acho que a inquietacao sempre vai fazer parte de mim enquanto eu viver, embora eu ache que nao pode ser algo tao ruim, afinal de contas nao eh ela que faz as pessoas tomarem atitudes para mudar o status quo, nao eh ela, a inquietude, que impele as descobertas, as criacoes doidas, que ninguem entende, as leilas dinis, os einsteins, os michel melameds da vida, os caras (a exemplo do Rogerio Skylab) que cantam que ele comeriam ate o seu coco? Acho que o mundo seria chato demais se tudo fosse preto no branco, se para tudo houvesse resposta. Ao mesmo tempo que isso me mata isso tambem me move, eu adoro ser curiosa pela vida, querer conhecer o desconhecido. Posso nao saber tudo, mas enquanto houver inquietacao, havera eu.



Escrito por giovanachichito às 02h02
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Preguiça

Acho que é por causa da danada da preguiça que eu não continuo escrevendo aqui. Ou talvez por achar que a minha vida não seja tão interessante assim ao ponto de estimular qualquer curiosidade nas pessoas. Fato é que eu sou meio preguiçosa mesmo, se pudesse deitar no trabalho de vez em quando, dar uma descansadinha no sofá do chefe, não é que seria bom? Na verdade eu não sei sobre o que falar hoje, resolvi voltar da escuridão após alguns meses. Isso já faz perto de mim, escrever once in a blue moon. Bom, preparativos para NY estão indo. Pelo que tudo indica, em dezembro eu embarco rumo à Big Apple, onde tudo pode acontecer. Essa sensação de completo descontrole, de não saber no que vai dar, o que eu vou fazer, quem vou conhecer, me enche de experctativa. Eu adoro isso! Gosto de me surpreender. Posso ficar meio cabreira (que palavra que eu escolhi, hein? cabreira...), mas no fim eu acho incrível. Acho que já deu pra saber que eu não sou muito de ficar sempre na mesma, né? Fora o meu namorado - que me aguenta a inecreditáveis dois anos (mentira, ele me ama!) - eu nunca gostei da mesmice. Vou me embrenhar na metrópole do Woody Allen pra juntar grana pro mestrado. Espero que dê certo. Eu só não contava com a crise do subprime, como poderia prever que ela fosse aparecer bem na minha hora? Bom, se a Nasdaq, a Dow e o povo americano continuarem na roda, continuo confiante. Pelo menos com um emprego daqui eu saio: garçonete, motoboy, engraxate, qualquer coisa. Sub-emprego é a parada. Por agora, por favor. 

Escrito por giovanachichito às 21h40
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A Efemeridade da idade

Sabe aqueles títulos que ficam na cabeça e não saem de jeito nenhum? Esse é um deles. Pois bem, já estou com 23 anos, 23 anos de vida que olhando para trás parece muito, afinal tanto já aconteceu... mas ao mesmo tempo, ainda falta muita coisa pela frente. Foi de uns tempos pra cá que eu passei a me preocupar com essa coisa da passagem da idade, de ter medo de envelhecer. É óbvio que é legal ver os anos passarem, poder aprender, adquirir experiência, etc. Mas sei lá, o tempo tá passando, algumas pessoas entram na sua vida por um tempo, depois, por alguma razão qualquer vão embora sem dizer nada. Eu achava que a gente adquiria amigos que fariam parte de toda a sua vida, que a amizade se perpetuaria para sempre. Aparentemente não. De qualquer forma é bom saber que ainda existem aqueles bons e fiéis escudeiros, com quem se pode contar nem que seja pra saber das últimas novidades ou para reclamar da vida. People come and go, mas o importante é tentar manter alguns poucos o máximo que puder. 

Escrito por giovanachichito às 21h51
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Um nome...

Ver um nome em meio a vários outros pode não significar nada, mas hoje significou bastante pra mim. Passei pra segunda fase do Curso de Jornalismo da Abril e o meu nomezinho desconhecido, misturado com vários outros na lista do site, me deixou feliz. É claro que ainda falta o veredito final, que sai só no mês que vem, mas eu fiquei realizada mesmo se não der em nada. Se eu vou passar, já não sei. Na verdade eu saí completamente arrasada da entrevista, achando que o cara tinha me achado uma completa imbecil, que eu não soube escapar de certas saias-justas em que ele me colocou, essas coisas. Mas ele me elogiou, eu quis acreditar que era um elogio sincero (que ele não disse o mesmo pra todos os outros com que ele conversou) e vamos seguindo em frente. É tudo muito estranho - e acho que a vida faz isso pra testar a gente. Eu me formei sem nenhuma perspectiva de emprego, achando que nada daria certo. Ok. Aí eu começo a procurar mestrado fora, me indicam pra trabalhar em um site cujo nome eu sequer tinha ouvido falar. Eu faço entrevista, entro, começo a gostar, a achar bem interessante. Ao mesmo tempo a minha vida, que começava a se desenhar para um lado, vira para o outro e eu fico aqui, perdida. Aliás, isso já não é de hoje e também não vai ser amanhã que vai parar de acontecer. E o pior é que eu fico queimando a mufa pensando se sou eu que tomo as rédeas da minha vida ou se são outras coisas. Sei lá. Espero estar fazendo a melhor escolha, mas se não for paciência, a gente sempre escolhe um lado e fica sem saber o que aconteceria se escolhesse o outro. A vida é assim mesmo.



Escrito por giovanachichito às 21h36
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Que absurdo!!!

Segundo David Keith, um especialista em clima e energia da Universidade de Calgary, alguns dos efeitos das alterações climáticas podem ser revertidos pela engenharia.

Durante uma conferência de dois dias em Cambridge, David Keith e outros especialistas debateram as medidas que deveriam ser tomadas neste sentido. David Keith disse que, assim como muitos outros pesquisadores, já teve receio em falar em público sobre técnicas como a injeção de produtos químicos na atmosfera para resfriar os pólos ou o bloqueio da luz solar com espelhos espaciais.

Ele disse que o desenvolvimento de técnicas artificiais para resfriar o planeta poderia encorajar as pessoas a continuar a queima indiscriminada de combustíveis fósseis, a principal causa do aquecimento global.

Ele deveria mesmo ter receio de falar uma coisa dessas em público!! As pessoas, preguiçosas e ambiciosas do jeito que são, vão achar que, maqueando os efeitos do aquecimento global, tudo pode continuar do jeito que está. O ritmo de detruição do planeta não pode ficar assim, e agora, por causa da tecnologia, esse cara e os seus espertos amiguinhos, descobriram um jeito de trapacear. Isso não vai dar certo - e não pode!



Escrito por giovanachichito às 09h05
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Feeling like shit

That's how I'm feeling today... no, that's how I'm feeling since the beginning of the week, when I ate a chicken and salad sandwich at Dukas. My days have been going to the bathroom, laying down and sleeping. My birthday is coming up but I can think of nothing better to do than coming back to bed and watching the Oprah Winfrey show, heheh.. that is sad!!!

One good news: I wrote an article for a website called "Opinião e Notícia", on the artist Lasar Segall. So for anyone who's interested, this is the link: http://www.opiniaoenoticia.com.br/interna.php?id=12654



Escrito por giovanachichito às 15h01
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As Centenárias

Acabo de chegar em casa após assistir a peça As Centenárias... recomendo!! A Marieta Severo e a Andréa Beltrão estão hilárias como uma dupla de carpideiras nordestinas. Confesso que achei a peça um pouco longa demais, algumas histórias poderiam ter sido eliminadas, mas tudo bem... O saldo geral é positivo e eu ainda não consegui achar nenhuma peça com as duas juntas que me desagradasse. O Sonata de Outono, também no Teatro Poeira, foi outra peça muito boa que eu assisti das duas, e totalmente diferente dessa.  

Partes mais legais: A personagem da Andréa Beltrão olhando para um lâmpada (ou "lampa" como ela diz), acha aquilo muito estranho e pergunta se funciona pra sempre. A sua companheira diz que uma tal de "tenocologia" é a responsável por isso e, assim como as almas viajam pelo além, a luz que sai da "lampa" também viaja por aí.

Em outra situação, elas estão lá, cantando aquelas músicas religiosas para um defunto quando, de repente, o Pereira gigantesco (esse é o apelido dado pela viúva ao Bráulio do marido) surge do nada. Elas encontram um cactus por ali, e vestem o Pereira para tentar amenizar a situação constragedora.

O cenário é muito criativo, com vários bonecos pregados do chão até o teto. Eles são usados, inclusive, como adereços para o espetáculo - e servem como defuntos a cada nova história contada.



Escrito por giovanachichito às 23h44
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à procura de mestrado

Já esgotei a minha cota de acessos a websites de faculdades no Canadá e nos Estados Unidos por hoje. Pode parecer que não, mas pesquisar cursos pela Internet é enlouquecedor. São milhares de "click here" que tem levam até outros "click here(s)" até que você já nem se lembra que raios estava fazendo naquele link. Fiquei irritada e parei com a busca.

Ontem fui à praia no Leme com a minha mãe, foi ótimo. Praia cheia, gente tostada e farofeira que tira o dia pra passar água oxigenada nos pêlos: nada como um visual desses. Ipanema é melhor frequentada, é claro, mas você não pode relaxar muito... a qualquer momento pode passar alguem que te conhece, aí você é pega de surpresa logo naquele instante em que o cara do queijo coalho passou e você caiu de boca (com orégano extra). A pessoa vem conversar e você está: 1) se sentindo gorda - porque só você está comendo - e 2) cheia de orégano no dente. Já vi isso acontecer, não é legal.

Mais tarde fui ao Cervantes com o namo. Depois de um desentendimento relacionado ao futuro, planos individuais e coletivos, nos entendemos. O sanduíche de Pernil com a Abacaxi estava especialmente bom e a cerveja, melhor ainda. Não resisti ao encantos de Romeu e Julieta e depois saimos, felizes e satisfeitos.



Escrito por giovanachichito às 13h58
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Volta à normalidade (?)

Monk

A versão online do respeitado The New Yorker traz uma matéria bem crítica e interessante à respeito da situação em Mianmar, antiga Birmânia. O ministro do exterior de Mianmar, Nyan Win, afirmou que o país está sendo vítima de uma trama neocolonialista para evitar a criação de uma "democracia disciplinada". Segundo ele, "a normalidade retornou a Mianmar". Essa foto diz tudo.

Todo esse caos que anda acontecendo do outro lado do mundo tem me interessado bastante. Vi um documentário no Fantástico sobre o lugar e fiquei surpresa pela coragem que têm aqueles monges, principal grupo que se levantou contra o regime militar no país. Segundo o criador do filme, os budistas estão em segundo lugar na hierarquia de lá: primeiro os militares, depois os monges e em terceiro o povo. Sendo um país extremamente espiritualizado, eles excercem grande importância e, acima de tudo, têm mostrado que não são apenas pregadores do amor e da paz. Na verdade, essa revolução atual quer, sim, pregar esses valores, mesmo que seja através do combate direto. Tomara que as suas mortes não sejam em vão e que as Nações Unidas, ou quem quer que seja, assuma alguma posição para a dissolução desse regime estúpido.



Escrito por giovanachichito às 18h27
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Ainda sobre o enterro

Relembro a cena de hoje à tarde. Dois chumaços de algodão tapando as narinas de uma senhorinha de rosto largo, inchado, e dezenas de florzinhas amarelas cobrindo o resto do seu corpo dentro de um caixão. O inchaço - disse a minha mãe - se deu pela infiltração do tumor no seu cérebro. Sempre a seu lado, velando pela querida esposa de 20 anos, o marido da Eucelita (que, aliás, já sobreviveu à morte da segunda esposa). Todos estão dentro da capela: a maioria triste, calada, enquanto outros juntam-se e conversam sobre outros assuntos como profissão, fulano e siclano em um tom de voz baixo e respeitoso. Eu estava ali, meio sem graça, sem saber como me portar diante de pessoas que eu não conhecia. As minha pernas coçavam - havia muitos mosquitos por ali e o calor aumentava a cada minuto.

Desci até a entrada para telefonar. Sentei próximo a um senhor e pedi licença, precisava descansar um pouco. Disse: "moço, mas aqui tem muito mosquito, não é?". Ele disse: "Ihhh, moça, esses mosquitos têm doença, hein? Ficam sugando sangue ruim, né? De gente morta". Iiixii, tô ferrada!!! Após alguns minutos, o tempo foi fechando, começou a trovejar forte e a chuva veio. Justamente na hora em que o caixão seria levado até o seu lugar de origem: o jazigo 232! Mais precisamente, era um buraco no meio de uma parede. Andamos por entre centenas de túmulos intermináveis sob a chuva que encharcava os sem-guarda-chuva. O lugar era enorme, parecia um cidade dos mortos, tamanha a quantidade de cruzes e lápides que cobriam o chão, mal dava pra ver o início e o fim. Finalmente chegamos até o suposto jazigo. Não estávamos no local correto, alarme falso. Tivemos que subir mais um lance de escadas por onde escorria a água que caía dos céus: alguns disseram que a chuva era sinal de purificação; o marido da Eucelita concordou, disse que era ótimo.

Findo o processo, jogadas as flores e fechado o buraco com concreto, nos despedimos de todos. Eu confesso que me emocionei em alguns momentos, mesmo sem tê-la conhecido. Tenho certeza de que foi uma boa pessoa, pois havia muitas pessoas tristes com a sua morte. Mesmo sendo algo completamente normal e inerente à raça humana, a morte de um ente querido é sempre dolorosa. Só resta, aos que vivem, continuar seguindo os seus caminhos. Eu me inspirei e resolvi contar como foi essa experiência.



Escrito por giovanachichito às 01h26
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Mais um dia

Bom, hoje é mais um dia de uma pobre desempregada recém-formada. Fiquei decepcionada, ontem, ao saber que o exaustivo trabalho de legendagem da Gemini me rendeu quase nada financeiramente. Achei um absurdo porque em 5 dias/1 semana você precisa terminar um documentário sobre terremotos, cachorros e afins, perder seu feriado pra isso, fuder a sua coluna por ficar horas sentada com a bunda na cadeira e ainda por cima... ganhar pouco (demais). Pois é, chueguei a conclusão de que frilas te rendem o seguinte: coluna dolorida, centavos no bolso e falta de pele bronzeada. Mas, como eu gosto de fazer isso e não tenho muito opção, vamos levando até algo melhor aparecer.

Hoje eu vou a um enterro. Trata-se da morte da tia da minha mãe (ou alguma coisa relacionada). Não conheço nada dessa parte da família em razão de uma briga entre eles e os meus pais - quando ainda eram casados. Parece que foram uns desentendimentos acerca de um carro vendido por eles para o meu pai, e que, no final, quiseram de volta e não o pagaram, enfim... essas coisas que acontecem nas melhores famílias (ou nas piores). Enterros não são legais para nenhum mortal, mas o fato de não conhecer o defunto me deixa mais distanciada do evento, por isso, acho que não vou sofrer tanto. O último enterro em que eu fui foi bem triste, pai de uma amiga. Soube de manhã do ocorrido. Era um domingo e, como é de praxe, meu pai estava aqui em casa para sairmos para almoçar. Lembrei rapidamente de que poderia ter sido ele, e fiquei mal, muito mal. Saí chorando do quarto, não lembro se o abraçei, mas pensei: "não quero ter que passar por esse momento na minha vida". Por mais que as coisas entre nós não estejam muito bem, ainda o amo e gostaria de estar sempre presente para quando precisasse de mim.

Bom, vou perder o ingresso que havia comprado para o Festival do Rio, para ver o filme "Nascido e Criado", um dos que eu mais queria ver. Ontem, aliás, vi um filme meio chato, "O Expresso Darjeeling", com muita gente famosa: Natalie Portman, Owen Wilson, Bill Murray e aquele de "O Pianista".... Andy alguma coisa. Os dois primeiros fizeram participações especiais, aparecem no início e fim do filme. Por que será que chamam estrelas de Hollywood para atuarem por 5 minutos? Imagino que gere publicidade. Mas pela verba que devem ter gasto, sei não, era melhor botar uma melância na cabeça de um cara anunciando o filme que ficava mais barato.



Escrito por giovanachichito às 10h18
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TAM, TAM, TAM, TAAAAM...

Soube hoje que o ministro Waldir Pires será substituído pelo Nelson Jobim no ministério da Defesa. Será que o Lula acha que trocar um pelo outro vai resolver o caos aéreo? Ou, será que ele resolveu anunciar essa decisão para (tentar) iludir a opinião pública de que algo está sendo feito para acabar com o problema? A tragédia com o Airbus da TAM é uma tragédia mais do que anunciada, mas como aqui só se faz alguma coisa quando a bomba estoura...

Lá no El Clárin, já estão dizendo que o aeroporto de Congonhas mais parece um assentamento do MST. Não tenho dúvidas de que realmente está! Aqui, a ministra do Turismo, a loura do laquê Martha Suplicy, aquela do "relaxa e goza", deve estar relaxando e gozando enquanto compra alguns terninhos Armani na Daslu. Isso tudo enquanto as famílias e amigos dos mortos choram pela perda de pessoas que, até poucos dias atrás, falavam, trabalhavam, existiam...

Em poucos dias acaba o Pan. Acho que essa crise veio em ótima hora: a realidade precisa vir à tona mesmo. Haverá delegações tentando voltar para os países de origem, e, com certeza, muito tumulto e descaso... Eu me considero uma pessoas bem otimista, na mioria das vezes. Acho que país pode dar certo, tenho muito orgulho de ser brasileira. Só que o momento não está pra isso: pelo amor de Deus, não dá pra negar toda esse absurdo, essa falta de respeito com as pessoas que pagam (e muito) caro por uma passagem de avião e só querem chegar em segurança! Essa é só a ponta do iceberg...



Escrito por giovanachichito às 09h41
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Hoje é dia de macarrão

Bom, como as minha previsões se confirmaram e eu não escrevo há bastante tempo neste blog, vamos atualizá-lo! Depois de uma semana estressante, de muito corre-corre direção Copa-Recreio, Recreio-Copa, PUC para entregar a monografia, etc... Finalmente estou formada!!!!!!!!!!!!!!!!!! Bom, quase. Só falta a nota do meu orientador Miguel Pereira (mas eu tenho certeza de que ele vai adorar o Doc!). É sério, não só pq eu to sendo coruja em relação ao meu trabalho - que, afinal, eu levei alguns meses pra realizar com a minha dupla -, eu realmente acho que a gente fez um bom trabalho, que saiu do lugar-comum, ficou bem bacana! Tivemos muito sorte de encontrarmos personagens super interessantes, cada um com as suas características específicas, mas que juntos, foram essenciais para que o trabalho rendesse. Legal também que me deu vontade de fazer mais, de criar novos filmes com novas e idéias e tal... Estamos até pensando em tentar vender pra TV heheh... Acho que estamos com a bola meio alta!  Mas enfim... É isso.

Quinta-feira eu fui num lugar que eu simplesmente amei e recomendo: O Rio Scenarium. Nunca tinha ido e achei o espaço incrível (é um enorme antiquário que abre as portas à noite pra boemia carioca). Não lembro qual era o grupo que tocou, mas era uma banda de forró ótima, e lá em cima ainda tinha dj tocando música brasileira. Tava com o meu namorado e duas melhores amigas, ouvindo boa música, não poderia ter me divertido mais!

 

 



Escrito por giovanachichito às 10h50
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Heeelp!

Caraca, como se traduz "peças (de roupa) despojadas", em inglês?



Escrito por giovanachichito às 14h59
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Música do Dia!!! Muito boa...

A vizinha do lado / (Dorival Caymmi)

A vizinha quando passa
Com seu vestido grená
Todo mundo diz que é boa
Mas como a vizinha não há
Ela mexe co'as cadeiras pra cá.
Ela mexe co'as cadeiras pra lá.
Ele mexe com o juízo
Do homem que vai trabalhar

Há um bocado de gente
Na mesma situação
Todo mundo gosta dela
Na mesma doce ilusão
A vizinha quando passa
Que não liga pra ninguém
Todo mundo fica louco
E o seu vizinho também



Escrito por giovanachichito às 15h57
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